segunda-feira, 10 de agosto de 2009

BIOGRAFIA - Germain Henri HESS



Nasceu em Genebra, Suíça, em 7 de Agosto de 1802. Logo se mudou para a Rússia, onde cursou Medicina, Química e Geologia. Em 1830, tornou-se professor na Universidade de São Petersburgo. Fez inúmeros estudos sobre gás natural e minérios russos.
Até a metade do século XIX, a Química Inorgânica e a Orgânica haviam se desenvolvido rapidamente. A Físico-Química - da qual Hess foi um dos pioneiros - surgiu quando os cientistas começaram a relacionar as reações químicas com os fenômenos físicos (calor, eletricidade, etc.).
Em 1840, Hess estudou os calores das reações químicas e procurou relacioná-los com a afinidade entre as substâncias e as forças de ligação entre os elementos químicos; isso o levou ao chamado Princípio ou Lei de Hess, que é um dos fundamentos da Termoquímica e que, atualmente, se engloba no Princípio da Conservação da Energia. Hess publicou uma obra intitulada Fundamentos de Química Par, que foi um dos melhores textos de Química na Rússia durante anos.
Faleceu em São Petersburgo em 30 de Novembro de 1850.
(FELTRE, R. Química vol. 1, 4ª ed., São Paulo: Moderna: 21, 1996.)

BIOGRAFIA - Antoine Laurent LAVOISIER



Nasceu em Paris, em 1743. Filho de família rica, estudou Matemática, Astronomia, Química, Física, Botânica e Geologia. Aos 25 anos de idade ingressou na Academia de Ciências da França, que já o havia premiado por seu trabalho Relatório sobre o melhor sistema de iluminação de Paris. Exerceu vários cargos públicos: coletor de impostos (1779), membro da Comissão Francesa de Agricultura (1785), suplente de deputado (1789), membro da Comissão de Pesos e Medidas (1790) e secretário do Tesouro (1791).
Lavoisier foi um dos maiores cientistas do século XVIII e, por seus trabalhos experimentais, é considerado um dos fundadores da Química moderna. Usando recipientes fechados, realizou um grande número de reações químicas (uma foi, por exemplo, a oxidação do mercúrio) e constatou que, sempre, a massa total antes da reação é igual à massa total após a reação; essa é a famosa Lei da Conservação da Massa, também conhecida como Lei de Lavoisier. Seus estudos levaram ao esclarecimento da ação do oxigênio do ar nos fenômenos de combustão, incluindo-se a respiração humana.
As experiências de Lavoisier, juntamente com a de outros químicos da época, deram origem ao conceito moderno de elemento químico como hoje o conhecemos, descartando-se então a antiga idéia de Aristóteles sobre os quatro "elementos" - terra, água, fogo e ar. Lavoisier contribuiu também para o estabelecimento de uma nova nomenclatura na Química. Suas idéias são apresentadas num livro famoso que publicou em 1789, denominado Tratado Elementar de Química.
Devido às suas ligações com o regime político anterior, Lavoisier foi condenado pela Revolução Francesa e executado na guilhotina em 1794, aos 51 anos de idade.
(FELTRE, R. Química vol. 1, 4ª ed., São Paulo: Moderna: 21, 1996.)

BIOGRAFIA - Amedeo AVOGADRO



Nasceu em Turim, Itália, em 9 de Agosto de 1776. Em 1796, formou-se em Direito e exerceu a advocacia por alguns anos. Em 1809, tornou-se professor de Física e Química no Colégio de Vercelli e, em 1820, na Universidade de Turim.
Em 1811, enunciou sua famosa Hipótese de Avogadro, que não foi aceita na época e ficou praticamente esquecida por cinquenta anos. Só em 1860, outro químico italiano - Stanislao Cannizzaro (1826–1910) - conseguiu mostrar, ao mundo científico, a importância do conceito de molécula, que ligada à Hipótese de Avogadro completaria brilhantemente a Teoria Atômica, oferecendo explicações completas às leis ponderais e volumétricas das reações químicas. Outra decorrência das idéias de Avogadro foi o estabelecimento de uma constante importantíssima na Química e que, postumamente, recebeu o nome de Número de Avogadro. Em 1850, Avogadro retirou-se da Universidade de Turim, cidade onde veio a falecer em 9 de julho de 1856.
(FELTRE, R. Química vol. 1, 4ª ed., São Paulo: Moderna: 21, 1996.)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Química Geral - Modelo Atômico de Dalton


A principal consequência das Leis Ponderais das Reações Químicas - especialmente da Lei de Dalton - foi, sem dúvida, o aparecimento e consolidação da Teoria Atômica. De fato, quando a Lei de Dalton nos mostra as "proporções múltiplas", ela nos obriga a admitir a ideia do átomo.

Entre 1803 e 1808, o cientista inglês John Dalton propôs uma teoria para explicar as Leis Ponderais (de Proust e Lavoisier). Esta teoria ficou conhecida como Teoria Atômica de Dalton ou, simplesmente, Modelo de Dalton.

Baseado em resultados de experiências, feitas pelo próprio Dalton e outros cientistas que o antecederam, ele postulou:

1) Toda a matéria é formada por partículas extremamente pequenas, denominadas átomos;

2) os átomos são indivisíveis (esfera maciça e indivisível);

3) todos os átomos de um mesmo elemento são iguais, enquanto que os átomos de elementos diferentes também serão diferentes em tamanho, massa, etc.;

4) átomos de elementos diferentes se unem em proporções simples e constantes, formando os compostos químicos (as reações químicas são apenas recombinações de átomos).

OBS.: Dos postulados de Dalton, surgem dois conceitos:

a) as substâncias simples são formadas por um mesmo tipo de elemento;

b) as substâncias compostas são formadas por átomos de dois ou mais elementos químicos diferentes.


 Representação gráfica do átomo de Dalton:

Representação gráfica de uma substância simples:

Representação gráfica de uma substância composta:


Química Geral - Leis Ponderais


INTRODUÇÃO: Método Científico nas Ciências Experimentais

O "método", isto é, o trabalho científico nas ciências experimetais - especialmente nas Química e na Física - desenvolveram-se, em linhas gerais, segundo o esquema:


SEQUÊNCIA DE PASSOS (Comentada)

1º) Observação de um fenômeno natural. Só interessa à Ciência a observação cuidadosa de um fenômeno que se repete (ou pode ser reproduzido) com frequência:

- largando um objeto, ele cai (fato indiscutível);
- hoje a noite aparecerá um disco voador (põe-se em dúvida).

2º) Para fzer a observação, deve-se esperar que o fenômeno aconteça. No entanto, pode-se provocar o fenômeno, desta forma está-se fazendo uma experiência.

- não é necessário que um objeto caia sozinho, pode-se deixá-lo cair de propósito.

OBS.: par uma experiência ser "científica", ela pode ser repetida quantas vezes quisermos; deve-se investigar, descobrir, medir, controlar e variar os fatores principais que possam influir na experiência (no estudo da queda de um corpo, deve-se pensar no tamanho, no peso, dimensões, ..., do corpo, na resistência do ar, na existência de vento, etc.). A experiência pode ser qualitativa (vamos ver "o que acontece"), quantitativa (vamos "medir" as grandezas).

3º) Reunindo as conclusões obtidas, numa quantidade significativa experiências, o cientista cria uma Lei Experimental ou Empírica.

Lei Experimental é uma afirmação de caráter geral, que traduz uma relação entre grandezas que intervêm no fenômeno.

Ex.: No vácuo, todos os corpos caem com igual aceleração.

OBS.: uma Lei Experimental só vale dentro dos limites e condições das experiências que foram feitas. Se houver alguma falha nas observações ou nas experiências que foram feitas, a Lei provavelmente estará errada.

4º) Depois de feitas as observações, planejam-se experiências e generalizam-se as conclusões numa Lei (ou Leis) Experimentais, a partir daqui criam-se explicações par os fatos - surge então a Hipótese.

Hipótese é uma primeira explicação (ou tentativa de explicação) dos fatos e que ainda não foi verificada, direta ou indiretamente.

5º) Se, com o passar dos anos a Hipótese continua explicando satisfatoriamente as novas observações feitas e as novas experiências imaginadas e se as "deduções" da hipótese se mostrarem úteis ao prosseguimento do "trabalho científico", então a hipótese vai "criando fama" e vai sendo aceita no "mundo científico". Agora, a união dessa hipótese com outras hipóteses "igualmente importantes", nos leva a um conjunto de ideias gerais denominado Teoria.

Teoria é uma explicação, de caráter geral, para uma série de fenômenos e que já foi "aprovada" num grande número de comprovações experimentais.

OBS.: a Teoria é a "coroação" do trabalho científico. Ela permite explicar muitos fenômenos, reduzindo-os a "ideias" ou "princípios gerais"; nos permite entender como as "coisas se passam", entender o "porque" das coisas, etc. Mas a curiosidade do homem não tem limites e, por isso, a Ciência nunca pára. Uma Teoria sempre "prevê" novos fenômenos, sugerindo novas observações, novas experiências, etc.

Ex.: a "hipótese da existência do átomo" feit por Dalton, está hoje em dia, tão "comprovada" (embora ninguém tenha visto um átomo) que não se fala mais em "hipótese" mas si em "Teoria Atômica de Dalton".

LEIS DAS REAÇÕES QUÍMICAS

São Leis Experimentais ou Empíricas, isto é, resultam de experiências ou comprovações feitas em laboratório. Estas Leis surgiram no final do século 18 e início do século 19. Tais antecederam e deram grande contribuição a uma grande mudança dentro da Química: o surgimento dos modelos atômicos. Estes conhecimentos unidos a tantos outros relatos culminaram na proposição de um modelo para o átomo.

As Leis das Reações Químicas se classificam em:

1) Leis Volumétricas: que dizem respeito aos volumes gasosos (são as Leis Volumétricas de Gay-Lussac).

2) Leis Ponderais: que dizem respeito às massas.

2.1) Lei da Conservação da massa (Lei de Lavoisier)

O francês Antoine Laurent Lavoisier realizou diversos trabalhos importantes para a Química no século XVIII, sendo considerado por alguns como o "Pai da Química". A sua contribuição mais lembrada é a Lei da Conservação da Massa, que foi enunciada após a realização de diversos experimentos em recipientes fechados. Usando uma balança, determinou a massa do sistema fechado antes e depois das reações e pôde concluir que esta massa era constante (não muda), apesar de estarem ocorrendo mudanças dentro do sistema. Assim, concluiu que, quando uma reação química é realizada, a massa dos reagentes é igual à massa dos produtos; ficando conhecida da seguinte forma: na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.

"A massa total de um sistema fechado não varia, qualquer que seja a reação química que aí se verifique".

OBS.: no começo do século XX, Albert Einstein ao criar sua Teoria da Relatividade, previu a possibilidade de se transformar matéria em energia e vice-versa. Através de um raciocínio matemático complicado, Einstein chegou a fórmula:



Esta fórmula comprometeu a Lei de Lavoisier. De fato, quando uma reação libera, por exemplo, calor, o aparecimento dessa energia deve estar correspondendo ao desaparecimento de uma certa quantidade de matéria. De forma inversa, quando um sistema absorve energia, a massa total do sistema deve aumentar.

Em resumo, a Lei de Lavoisier dizia: numa reação química a matéria (massa) se conserva e a Teoria de Einstein veio dizer: a matéria (massa) pode ser criada a partir de energia ou destruída dando origem a energia. E como foi resolvido esse impasse?

Devemos notar que numa reação química, as possíveis variações de massa, previstas pela Teoria de Einstein, são muito pequenas. De fato a reação de formação de água a partir dos gases hidrogênio e oxigênio, representada:


Nesta reação há liberação de 136.800 calorias. Utilizando a fórmula acima e fazendo a conversão da energia de calorias para ergs, obtemos o valor da variação da massa nesta reação que corresponde a 0,0000000062g. Como as balanças analíticas utilizadas normalmente tem precisão de 0,00001 g, a variação de massa não pode ser medida na balança, pois é muito pequena, assim esta variação pode ser desprezada, considerando então que a Lei de Lavoisier é praticamente correta.

OBS.2: A Teoria de Einstein tem uma importância muito grande nas reações nucleares. Na transformação de 4 átomos de hidrogênio em 1 átomo de hélio (como ocorre na bomba de hidrogênio) libera-se quantidade de energia suficiente para aquecer 5.900 toneladas de água de 0 a 100°.

2.2) Lei das Proporções Definidas (Constantes) ou Lei de Proust
O francês Joseph-Louis Proust, estudando as reações de decomposição, descobriu que as substâncias compostas têm uma proporção fixa. Proust concluiu que a composição química das substâncias compostas é sempre constante, não importando sua origem.

Se tomarmos a massa de 9g de água, sua decomposição forma 1g de gás hidrogênio e 8g de gás oxigênio. A decomposição de 27g de água leva a formação de 3g de gás hidrogênio e 24g de gás oxigênio. Note que quando a massa de água passou de 9g para 27g (aumentou 3x), as massas dos gases também aumentaram na mesma proporção. Nota-se que, apesar das massas serem muito diferentes, a proporção entre as massas de hidrogênio e de oxigênio é sempre constante, fixa, definida ou invariável: 1:8; em outras palavras, na água, a massa do oxigênio é sempre oito vezes maior que a massa do oxigênio.

OBS.: Foi a descoberta de que cada composto tem seus elementos formadores, unidos numa proporção constante, que possibilitou aos cientistas a criação de uma fórmula química "constante" para cada composto químico, por isso, quando se fala em água, lembra-se de sua fórmula.

OBS.2: Consequência da Lei de Proust é a Composição Centesimal de um composto.

"Composição Centesimal de um composto são as porcentagens em massa dos elementos formadores do composto".

Ex.: a Composição Centesimal da água é 11,11% de Hidrogênio e 88,88% de Oxigênio.

2.3) Lei das Proporções Múltiplas ou Lei de Dalton

"As massas de um elemento químico, que se combinam com uma massa fixa de um segundo elemento, para formar compostos diferentes, estão sempre entre si numa proporção de números inteiros, em geral pequenos".

Ex.: Existem vários óxidos de nitrogênio e, no laboratório, constata-se que:


As massas variáveis estão na proporção de 1:2:3:4:5 (basta dividir todas pela menor massa).

2.4) Lei das Proporções Recíprocas ou Lei de Richter-Wenzel-Berzelius

"Considerando as massas de dois elementos químicos, que se combinam com uma massa fixa de um terceiro elemento, concluiremos que se os dois primeiros elementos reagirem entre si, eles o farão na mesma proporção das massas que haviam reagido com o terceiro elemento, ou então numa outra porporção formada por múltiplos ou submúltiplos dessas massas"

O enunciado da Lei é complicado, sem dúvida, vejamos de forma esquemática:


Ex.: Experimentalmente verifica-se que:

- 6g de carbono + 2g de hidrogênio formam Metano;
- 6g de carbono + 71g de cloro formam Tetracloreto de carbono

ao combinar 2g de hidrogênio com 71g de cloro forma-se Gás Clorídrico, assim, neste último composto, o hidrogênio e o cloro estão combinados entre si, ma mesma proporção (2:71) que haviam se combinado com a massa fixa (6g) de carbono.

OBS.: A principal consequência da Lei das Proporções Recíprocas é o conceito de equivalente-grama.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Química Geral - Tipos de Mistura

Fase: representa cada parte visualmente diferente do sistema. Utilizamos a visão para diferenciar uma mistura homogênea de uma mistura heterogênea.

Mistura Homogênea: apresenta aspecto contínuo, uniforme; ou seja, apresenta uma única fase.
Exemplo: água filtrada.

Mistura Heterogênea: apresenta mais de uma fase, podemos ver claramente a diferença no sistema.
Exemplo: água + areia.

OBS.: Considerando a mistura de areia, água e sal (dissolvido), podemos ver duas fases: areia e água + sal. Este sistema é classificado como heterogêneo. O que não podemos esquecer é que parte dele (água + sal) é formado por uma mistura homogênea.

Componentes do sistema: o número de componentes do sistema representa o número de substâncias presentes no sistema. Assim, no sistema composto por areia, água e sal (dissolvido), temos duas fases (areia e água + sal) e três componentes (areia, água e sal). Num sistema formado por água filtrada e uma "pedra" de gelo, temos duas fases e um componente (o gelo é formado pela substância água).

Química Geral - Fenômenos Físicos e Fenômenos Químicos



1) Fenômeno físico (Intermolecular): a composição da matéria se matém constante, ou seja, permanece a mesma antes e depois da ocorrência do fenômeno. A mudança ocorre entre as moléculas que formam a matéria,
Exemplos:
            1) Gelo derretendo (temos "água sólida" no início e "água líquida" no final, assim temos a mesma matéia - a água - no início e no final da mudança. Adiferença básica entre o antes e o depois é a distância entre as moléculas e a energia, que ficammaiores ao se  passar do estado sólido para o líquido).
             2) Folha de papel sendo rasgada (está ocorrendo uma divisão da matéria, mas não deixa de ser papel só porque foi rasgado).

2) Fenômeno Químico (Intramolecular): ocorre com a transformação da matéria, ou seja, altera-se a composição, o tipo de matéria; temos outro tipo de matéria após a transformação.
Exemplos:
1) Um papel sendo queimado (temos papel no início e cinzas no final).
           2) Uma palha de aço que enferruja (temos ferro da plaha de aço no início sendo transformado em óxido de ferro no final).

     Ao nos referirmos a um Fenômeno Físico usamos a palavra Mudança (na passagem do gelo para água líquida dizemos que houve uma Mudança de Estado Físico). Ao nos referirmos a um Fenômeno Químico usamos a palavra Transformação. Quado queimamos gasolina ocorre uma Transformação da gasolina.

Observando as mudanças / transformações materiais, com mais cuidado podemos perceber que:

  a) algumas são "passageiras", isto é, podem ser feitas e desfeitas com mais facilidade (Reversíveis);

Ex.: resfriando-se água forma-se gelo e aquecendo-se gelo forma-se água.

 b) algumas são "permanentes", isto é, são impossíveis de serem desfeitas (Irreversíveis).

Ex.: depois que a madeira é queimada não há como das cinzas e fumaça fazer madeira.


OBSERVAÇÃO: um conceito muitas vezes ensinado errado é de que Fenômenos Físicos são reversíveis e Fenômenos Químicos são irreversíveis.

Podemos ter Fenômenos Físicos reversíveis (água solidificando e gelo derretendo) e irreversíveis (ao quebrar um lápis ele não deixa de ser lápis, mas não pode voltar a ser como era simplesmente juntando-se as partes).

Podemos ter Fenômenos Químicos reversíveis (reação entre gás hidrogênio e gás oxigênio formando água e decomposição da água em gás oxigênio e gás hidrogênio) e irreversíveis (depois riscar um fósforo não conseguimos repetir da mesma forma a produção de fogo).